A humanidade perdeu seu ritmo essencial. Como observa o sociólogo Hartmut Rosa em Aceleração, a percepção das estruturas temporais mudou significativamente a partir da Modernidade, instaurando um processo de “encurtamento” do tempo – não em sentido literal, mas na redução do tempo de espera. Essas novas pressões do relógio intensificaram-se ainda mais na segunda metade do século 20, com o surgimento dos meios de comunicação em tempo real, gerando uma condição de imediatismo.
O resultado foi “o ímpeto ao ‘encerramento de sequências’ e à eliminação de espaços vazios”, que, segundo o mesmo autor, conduziu “ao desaparecimento de padrões e ritmos temporais coletivos em favor da perpetuação da ‘sociedade non-stop’”.1
Cansaço e esgotamento figuram entre os efeitos colaterais desse ritmo frenético.2 Não é por acaso que, nos últimos anos, termos como shabbat passaram a ser utilizados também em contextos seculares para expressar a urgência de uma desaceleração em relação ao ritmo alucinante que caracteriza a vida contemporânea.
Sem dúvida, o sábado é uma doutrina-chave para a evangelização, especialmente nos grandes centros urbanos, onde a cultura da aceleração se manifesta com maior intensidade. Contudo, embora essa crença possa nos aproximar de pessoas necessitadas de descanso e seja rica “em implicações para preocupações ecológicas e justiça social, conceitos de crescente importância nas áreas urbanas”3, não podemos deixar de apresentá-la em sua totalidade.
Um jovem empresário, com quem estudei a Bíblia, administrava um salão de festas em frente ao Colégio Adventista, em cujo auditório funcionava a igreja da qual sou membro. Ao chegarmos ao tema do quarto mandamento, ele contou o que observava, com admiração, a chegada das famílias – felizes e bem-arrumadas – à igreja, no sábado pela manhã. Mas o que, afinal, o levou a decidir fechar o estabelecimento justamente no dia de maior movimento e a deixar de firmar contratos para atividades entre o pôr do sol de sexta-feira e o de sábado, vindo a ser batizado algum tempo depois?
Em um contexto em que se discute cada vez mais a redução da jornada de trabalho, dispor de um tempo semanal destinado ao descanso tornou-se um direito amplamente reconhecido. O desafio, porém, está em levar as pessoas a compreender por que o sétimo dia é diferente dos demais e representa mais do que um simples feriado. Por isso, torna-se fundamental relembrarmos dois aspectos centrais da nossa identidade: os fatores que moldaram nossa teologia do sábado e a forma como temos colocado esse princípio em prática.
Ênfase distintiva
A doutrina do sábado sempre ocupou um papel central no sistema de crenças adventista e na mensagem que a denominação proclama ao mundo desde meados do século 19. É verdade que os pioneiros do movimento adventista compartilharam algumas crenças com os batistas do sétimo dia e com outras tradições religiosas. Ao mesmo tempo, diferenciaram-se significativamente deles quanto à ênfase dada ao quarto mandamento. Ao comparar a teologia do sábado de J. N. Andrews (adventista) e a de A. H. Lewis (batista do sétimo dia), Siegfried H. Roeske concluiu que eles apresentaram pontos de vista em comum, como a compreensão da perpetuidade dos Dez Mandamentos, mas divergiram quanto ao papel do quarto no contexto dos eventos finais.4
Em meio à efervescência profética do século 19, o adventismo interpretou a observância do sábado à luz da escatologia bíblica, isto é, não apenas olhando pelo “retrovisor” da história, mas também através do “para-brisa”. Em sua tese de doutorado, na qual investigou o papel da doutrina do santuário e das três mensagens angélicas como fator de integração no processo de desenvolvimento das crenças fundamentais adventistas, o pastor Alberto Timm escreveu: “A crença na perpetuidade da lei de Deus, com ênfase especial no mandamento que requer a observância do quarto mandamento, emergiu da interação entre a ênfase historicamente dada pelos batistas do sétimo dia ao ‘sábado perpétuo’ e a escatologia milita do ‘advento iminente’”5.
Essa perspectiva, que se ampliou com o tempo, tornou-se um dos principais eixos articuladores da mensagem do sábado no contexto adventista. Ellen White sustentou que os adventistas não deveriam deixar de defender essa bandeira. Em um de seus livros, ela declarou: “Foi-me dito que os homens empregarão todos os métodos para tornar menos manifesta a diferença entre a fé dos adventistas do sétimo dia e a dos que observam o primeiro dia da semana. Todo o mundo se empenhará nesse conflito, e o tempo é breve. Não é tempo de arriarmos nossa bandeira. Foi-me mostrado um grupo sob o nome de adventistas do sétimo dia, que estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto não devia ser tão chocantemente defendida; pois pretendiam não ser o melhor método para obter êxito para nossas instituições. Essa bandeira distintiva deve ser levada pelo mundo até o fim do tempo da graça”6.
Para ela, portanto, o evangelho eterno e o sábado como sinal de obediência estão intimamente relacionados na proclamação das três mensagens angélicas (Ap 14).7 Desse modo, a pioneira colocou a mensagem do sábado no marco do grande conflito entre Cristo e Satanás e estabeleceu conexões entre o quarto mandamento e os eventos finais. Ela escreveu que “a questão do sábado será o ponto controverso no grande conflito final em que o mundo inteiro será envolvido”.8
A Enciclopédia Ellen G. White sintetiza a compreensão da profetisa afirmando que, a partir de sua perspectiva escatológica, “a observância do sábado é uma característica da igreja remanescente (Ap 12:17; Ap 14:12), o foco principal do selo de Deus (Ap 7:1-3; Ap 14:1-5) e a antítese da marca da besta (Ap 14:9-12)”.9
Em suas publicações, José Bates também expressou pontos de vista semelhantes, além de estabelecer uma relação integral entre o sábado e o santuário celestial – aspectos que os batistas do sétimo dia tiveram dificuldades em aceitar.10 A visão que Ellen White teve do santuário celestial, em 1847, ajudou a confirmar o vínculo existente entre o sábado e o ministério sacerdotal de Cristo.11
Como ocorreu com outras importantes doutrinas da denominação, o desenvolvimento da teologia do sábado foi progressivo. Enquanto Bates foi pioneiro ao perceber que o sábado estava relacionado com a mensagem do terceiro anjo, Ellen White desempenhou um importante papel de confirmação e orientação em relação ao sábado e a outros assuntos. Além disso, suas visões reforçaram a nova perspectiva escatológica do sábado e intensificaram a importância de proclamá-lo como mensagem final de preparação para a segunda vinda de Cristo à Terra.12
Dessa maneira, a segunda vinda de Cristo e o sábado foram vinculados na teologia adventista em uma união simbiótica inseparável, por meio da qual manteriam uma dependência mútua.13 “Essa união do advento e do sábado no contexto do evangelho eterno (Ap 14:6) e da hora iminente do juízo divino (Ap 16:7) é a dinâmica constitutiva da teologia adventista do sétimo dia. […] Essa interpretação das Escrituras fez do sábado a ‘verdade presente’ entre os anos de 1846 e 1849, em um sentido de importância suprema, e lhe conferiu um valor central que ele nunca tivera para os batistas do sétimo dia. […] Essa ênfase no significado escatológico do sábado […] foi o catalisador que reuniu todos os crentes adventistas dispersos da época dos pioneiros.”14
Essa conexão do quarto mandamento com os eventos finais da história foi tão forte que Tiago White entendeu que o motivo pelo qual alguns abandonavam a fé adventista estava relacionado, de certa maneira, à perda da visão distintiva dos pioneiros da IASD sobre o sábado. Para ele, esse foi o caso de Thomas M. Preble – que havia levado José Bates a aceitar a mensagem do sábado – e de J. B. Cook.
Em sua autobiografia publicada em 1868, Tiago White relata o seguinte: “Mas o pastor Preble, por não ver a reforma do sábado como parte da mensagem do terceiro anjo e por deixar de reconhecer que, na maturação da seara da terra, o sábado deveria ser uma prova, continuou suas atividades ministeriais entre aqueles que se opunham implacavelmente a essa reforma. Ele então perdeu o interesse no assunto e, desde então, tornou-se um de seus mais ferrenhos opositores. Isso também é verdade em relação ao pastor J. B. Cook e a alguns outros ministros adventistas que, mais tarde, abraçaram o sábado e depois o abandonaram.”15
Assim, integrando-o à sua escatologia, os fundadores do adventismo conferiram à teologia do sábado “uma força e relevância que nunca teve na proclamação dos batistas do sétimo dia”.16 Ellen White cria que desconectar o sábado das três mensagens angélicas de Apocalipse 14 minaria o poder evangelístico dessa mensagem, conforme se vê nesta declaração: “Separe o sábado das mensagens, e ele perderá sua força, mas quando conectado à mensagem do terceiro anjo, um poder o acompanha para convencer os incrédulos e infiéis e apresentá-los com vigor para permanecerem, viverem, crescerem e florescerem no Senhor.”17
Aspectos presentes
O fato de sermos uma minoria em relação à observância do sétimo dia, sempre nos levou a defender a permanência do sábado bíblico e suas conexões escatológicas. Embora os pioneiros do adventismo também tenham escrito sobre a forma de observar o repouso sabático,18 essa não foi a ênfase predominante. Uma das razões é que a literatura puritana já havia abordado o tema amplamente, levando as igrejas protestantes a praticar de maneira estrita a observância do “dia do Senhor”.19
O teólogo Sérgio Becerra, cuja tese de doutorado abordou as raízes puritanas da doutrina do sábado do sétimo dia, afirma que, nos Estados Unidos, “desde o início da colonização, o domingo era observado desde o pôr do sol do sábado até o entardecer do domingo. A esses limites […], rapidamente se acrescentou a contagem que determinava a interrupção do trabalho às três horas da tarde do sábado, a fim de haver tempo suficiente para realizar uma preparação adequada para o descanso dominical”.20
Nesse contexto, o adventismo do sétimo dia não tinha como preocupação predominante argumentar como guardar o sábado, mas sim em convencer a maioria observadora do domingo de qual é o verdadeiro dia requerido por Deus. Porém, em alguns momentos da história da nossa denominação, houve uma necessidade de reforçar aspectos práticos dessa crença.
A segunda metade do século 20 foi um desses momentos.21 Especialmente nas décadas de 1970 e 1980, foram publicados livros de autores como Niels-Erik Andreasen, John Brunt, Sakae Kubo e Samuele Bacchiocchi, que se concentram na dimensão existencial dessa crença fundamental adventista. A inserção desses “novos” princípios articuladores no discurso da denominação destacou não apenas as implicações futuras da mensagem do sábado, mas também seus aspectos presentes. O objetivo foi levar os próprios adventistas a redescobrirem o repouso sabático ou, como diz o título de uma dessas obras, “viver o futuro hoje”.22
Outro aspecto importante é o documento histórico votado na Assembleia da Associação Geral realizada em Indianápolis (EUA), em 1990. Ao longo de mais de 160 anos de organização, as ocasiões em que a liderança da Igreja Adventista aprovou votos relacionados a diretrizes para a guarda do sábado foram pontuais, em razão do desafio que tal iniciativa representa para a igreja mundial e da preocupação em não transformar a experiência do repouso sabático em uma prática legalista.
O propósito da declaração intitulada “Observância do Sábado – Diretrizes” foi oferecer conselhos e orientações que pudessem ser utilizados principalmente pelos pastores e líderes como base para aconselhar os membros que buscassem orientação sobre a guarda do sábado. Esperava-se que isso proporcionasse um “impulso para uma verdadeira reforma na observância do sábado em nível mundial”, tendo em vista a consciência de que “a comunidade mundial de adoração” enfrentava problemas na observância do sétimo dia.23
Em um mundo cada vez mais acelerado, que encontra dificuldade de cessar suas atividades, o imperativo “lembre-se” (Êx 20:8) deve nos levar a reavaliar nossa relação com o repouso sabático. Parafraseando Judith Shulevitz,24 surge a pergunta: será que o sábado é hoje, para os adventistas, um presente a ser desembrulhado, no sentido de experimentarmos de maneira mais rica e significativa os benefícios do descanso semanal? A compreensão dos pioneiros, como Ellen White, acerca do sábado não se limitava “à reflexão cognitiva”, mas também abrangia o “aspecto experimental”.25
Nestes tempos complexos, o ministério pastoral exerce um papel fundamental no resgate do espírito do verdadeiro sábado, oferecendo desde aconselhamento quanto à escolha profissional das novas gerações até orientação àqueles que enfrentam desafios no trabalho e nos estudos, onde frequentemente são pressionados a fazer concessões.
A prática do repouso sabático é um elemento tão importante quanto o ensino doutrinário no preparo de pessoas para o batismo. Mesmo quem já compreendeu e aceitou essa crença pode apresentar dúvidas quanto à sua aplicação prática. É comum, por exemplo, surgirem questionamentos sobre como conciliar determinadas profissões que exigem plantões. Outros ainda levantam dúvidas a respeito do funcionamento de nossas próprias instituições e sobre o que pode ser considerado serviço essencial.
Evidentemente, é preciso reconhecer que existem situações emergenciais, especialmente na área da saúde, que se harmonizam com o ensino de Jesus de que “é lícito nos sábados fazer o bem” (Mt 12:12). Um médico não deixará um paciente em risco aguardando o pôr do sol se pode agir antes para salvá-lo. Da mesma forma, qualquer um de nós pode ter a necessidade de adquirir um medicamento para um filho enfermo, utilizar um meio de transporte por aplicativo ou realizar uma viagem no sábado em circunstâncias inevitáveis, sem que isso represente transgressão do quarto mandamento.
Entretanto, enfrentamos o desafio de incentivar nossos membros a evitarem atividades rotineiras que comprometam a santidade do sábado, procurando realizar tudo o que for possível antes do início das horas sagradas. A fidelidade também requer buscar alternativas como a mudança de turnos e plantões e, quando necessário, recorrer inclusive à assistência jurídica da igreja. Colocar a estabilidade no emprego em jogo para permanecer fiel à observância do sábado, conforme o mandamento bíblico, é um passo de fé que revela maturidade espiritual.
Hoje, algumas práticas têm sido gradualmente esquecidas. Em muitos lares adventistas, já não existe o hábito dos cultos de pôr do sol. Outros demonstram menor preocupação em iniciar as horas do sábado ainda envolvidos em atividades seculares. Será que o zelo por estar prontos para o sábado já não nos sensibiliza tanto quanto antes? Até que ponto o sétimo dia tem sido, de fato, o verdadeiro clímax da semana em nossa jornada semanal?
Por fim, é importante lembrar que a internet e dispositivos como os smartphones trouxeram novos desafios ao descanso sabático, ao eliminarem fronteiras que antes separavam o sagrado do profano. Talvez, para uma guarda do sábado mais significativa, seja necessário considerar também um shabbat digital.
Márcio Tonetti, editor associado da Ministério
Referências
1 Hartmut Rosa, Aceleração: A Transformação das Estruturas Temporais da Modernidade (São Paulo: Editora Unesp, 2019), p. 385.
2 Byung-Chul Han, Sociedade do Cansaço (Petrópolis, RJ: Vozes, 2017).
3 Gary Krause, “Seeking the Shalom: Wholistic Adventist Urban Mission and Centers”, Journal of Adventist Mission Studies 10 (2014), p. 57.
4 Siegfried H. Roeske, “A Comparative Study of the Sabbath Theologies of A.H. Lewis and J.N. Andrews” (tese de doutorado, Universidade Andrews, 1997), p. 298-300, disponível em <https://link.cpb.com.br/a2372b>, acesso em 5/1/2026.
5 Alberto R. Timm, “The Sanctuary and the Three Angels’ Messages 1844 1863: Integrating Factors in the Development of Seventh-day Adventist Doctrines” (tese de doutorado, Universidade Andrews, 1995), p. 135, disponível em <https://link.cpb.com.br/22fe09> , acesso em 5/1/2026.
6 Ellen G. White, Mensagens Escolhidas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2023), v. 2, p. 325, 326.
7 Gerhard Pfandl, “A Escatologia de Ellen G. White”, em Alberto R. Timm, Amin A. Rodor e Vanderlei Dorneles (orgs.), O Futuro: A Visão Adventista dos Últimos Dias (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2004), p. 326.
8 Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021), v. 6, p. 280.
9 Kwabena Donkor, “Sábado, doutrina do”, em Denis Fortin e Jerry Moon (orgs.), Enciclopédia Ellen G. White (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), p. 1260
10 Kenneth A. Strand, “O Sábado”, em Raoul Dederen (org.), Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 587; Russel J. Thomsen, Seventh-Day Baptists: Their Legacy to Adventists (California: Pacific Press Association, 1971), p. 78.
11 Ellen G. White, Primeiros Escritos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022), p. 49. Tiago White também apresenta um relato sobre esse episódio, que parece ter desempenhado um papel importante para que sua esposa aceitasse a mensagem do sábado. Ver Tiago White, Minha História no Contexto do Grande Movimento Adventista, Conforme Ilustrado Pelos Três Anjos de Apocalipse 14 (Jasper, OR: Adventist Pioneer Library, 2018), p. 214, 215.
12 Merlin D. Burt, “The Historical Background, Interconnected Development and Integration of the Doctrines of the Sanctuary, the Sabbath, and Ellen G. White’s Role in Sabbatarian Adventism from 1844 to 1849” (tese de doutorado, Universidade Andrews, 2002), p. 318, 319, disponível em <link.cpb.com.br/84c468> , acesso em 5/1/2026.
13 George R. Knight, Em Busca de Identidade: O Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005), p. 71, 72.
14 Raymond F. Cottrell, “El Sábado en el Nuevo Mundo”, em Keneth A. Strand (org.), El Sábado en las Escrituras y en la Historia (Colômbia: Gema Editores/APIA, 2014), p. 357.
15 Tiago White, Minha História no Contexto do Grande Movimento Adventista, p. 220.
16 Sergio Becerra, “Los Elementos Escatológicos de la Doctrina del Sábado Adventista: Un Estudio Sobre los Orígenes del Sábado Adventista”, DavarLogos 12 (2013), p. 223, 224.
17 Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021), v. 1, p. 303.
18 J. N. Andrews, “Time for Commencing the Sabbath”, The Advent Review and Sabbath Herald, 4 de dezembro, 1855.
19 Thomas Bennett, “Boston in 1740”, em Proceedings of the Massachusetts Historical Society (1860–1862) (Boston, 1862), p. 115.
20 Sergio Becerra, “Racines Puritaines de la Doctrine du Sabbat Adventiste du Septieme Jour: Etude Historique et Theologique” (tese de doutorado, Université Strasbourg, 2001), p. 104.
21 Márcio Adriano Tonete Marcelino, “El ‘Presente’ del Descanso Sabático: Relaciones Entre las Lecturas Contemporáneas del Mesaje del Sábado em Adventismo y el Fenômeno de Aceleración Social” (dissertação de mestrado, Universidade Peruana União, 2021).
22 Sakae Kubo, Vivir el Futuro Hoy: la Segunda Venida y el Sábado (Doral, Fl: Inter-American Division Publishing Association, 2016).
23 “Sabbath Observance”, 9 de julho, 1990, disponível em <link.cpb.com.br/b1f73d> , acesso em 5/1/2026.
24 Judith Shulevitz, “Creating Sabbath Peace Amid the Noise”, em The New York Times, 16 de julho, 2010, disponível em <link.cpb.com.br/8b717b> , acesso em 5/1/2026.
25 Jo Ann Davidson, “Sábado, A Observância do”, em Enciclopédia Ellen G. White, Denis Fortin e Jerry Moon, orgs. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), p. 1257.
